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ISSN (Impressa): 2359-4802 | ISSN (Online): 2359-5647




Edição: 27.2 - 12 Artigo(s)


EDITORIAL

Atesto para os devidos fins que o senhor está apto a assistir aos jogos da copa
I hereby declare that this patient may watch Fifa World Cup soccer games

Renata Rodrigues Teixeira de Castro
Rev Bras Cardiol. 2014;27(2):74-75
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ARTIGO ORIGINAL

Fatores associados à gravidade da apneia obstrutiva do sono: obesidade e sonolência diurna excessiva
Factors associated with obstructive sleep apnea severity: obesity and excessive daytime sleepiness

Henyse Gomes Valente da Silva; Annie Seixas Bello Moreira; Vanessa Ramalho dos Santos; Suelen de Oliveira dos Santos; Andrea Frota Bacelar Rêgo
Rev Bras Cardiol. 2014;27(2):76-82

+   Resumo  
FUNDAMENTOS: A apneia obstrutiva do sono (AOS) é uma doença crônica, subdiagnosticada, com alta taxa de morbimortalidade, associada à obesidade. Justifica-se este estudo pela elevada prevalência de obesidade e sua associação com a AOS.
OBJETIVO: Avaliar fatores nutricionais, polissonográficos e de sonolência diurna excessiva (SDE) associados à gravidade da AOS.
MÉTODOS: Estudo transversal que compara alterações antropométricas e polissonográficas em indivíduos com e sem AOS. Avaliados índice de massa corpórea, escala de sonolência de Epworth e parâmetros polissonográficos. A síndrome de AOS foi classificada em: leve/moderada e grave, baseada no índice apneia/hipopneia.
RESULTADOS: Incluídos 288 pacientes, com média de idade 43,9±12,3 anos e índice de massa corpórea 29,4±6,38 kg/m2. Entre os pacientes com AOS grave, 92,0 % apresentaram excesso de peso. Mais da metade apresentava sonolência diurna (55,6 %). A presença de obesidade, sonolência diurna excessiva, roncos e de fragmentação do sono foi 3, 2, 11 e 23 vezes maior na AOS grave do que na leve/moderada.
CONCLUSÃO: Indivíduos com apneia grave apresentaram maior IMC, mais sonolência diurna, mais fragmentação do sono e mais roncos do que aqueles com forma leve a moderada de AOS.


Palavras-chave: Apneia obstrutiva do sono; Antropometria; Índice de massa corporal; Obesidade; Polissonografia

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Pressão arterial e frequência cardíaca em torcedores de futebol com doença coronariana
Blood pressure and heart rate among soccer fans with coronary artery disease

Tiago Martini; Daniel Medeiros Moreira
Rev Bras Cardiol. 2014;27(2):83-89

+   Resumo  
FUNDAMENTOS: O estresse causado por assistir partidas de futebol pode aumentar o risco de eventos cardiovasculares, principalmente em portadores de doença coronariana.
OBJETIVO: Avaliar a resposta hemodinâmica em telespectadores portadores de doença arterial coronariana (DAC) durante a disputa de uma partida de seu time de futebol e durante a sessão de um filme de comédia.
MÉTODOS: Torcedores foram randomizados para assistir ao jogo de seu time ou a um filme com crossover no segundo momento. O desfecho primário foi a diferença entre valores de pressão arterial média (PAM) entre os grupos; os desfechos secundários foram as diferenças entre valores de frequência cardíaca (FC), pressão arterial sistólica (PAS), pressão arterial diastólica (PAD), duplo-produto (DP) e presença de angina.
RESULTADOS: Foram randomizados 17 pacientes. Os valores de PAM (p=0,002), PAS (p=0,002), PAD (p=0,027) e DP (p=0,009) foram superiores durante a partida de futebol. A diferença entre os valores médios de PAS durante o filme e os valores basais apresentou uma redução de 8,9±14,9 mmHg (p=0,038) e durante o futebol, uma tendência não significativa de elevação de 4,3±16,5 mmHg (p=0,326). A DP durante o filme reduziu 1156,0±1140,4 mmHg/bpm (p=0,002) e durante o futebol apresentou uma redução não significativa de 77,6±1318,2 mmHg/bpm (p=0,823). A FC durante a intervenção apresentou uma queda significativa de 4,2±3,2 bpm durante o filme (p<0,001) e de 2,7±4,5 bpm (p=0,036) durante o futebol.
CONCLUSÃO: Telespectadores de futebol com DAC apresentaram valores de PAM, PAS, PAD e DP superiores àqueles encontrados enquanto assistiam a um filme de comédia.


Palavras-chave: Pressão arterial; Doença das coronárias; Futebol

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Impacto inicial de uma clínica de insuficiência cardíaca em hospital cardiológico privado
Initial impact of a disease management program on heart failure in a private cardiology hospital

Pedro Gabriel Melo de Barros e Silva; Douglas Jose Ribeiro; Viviane Aparecida Fernandes; Damiana Vieira dos Santos Rinaldi; Denise Louzada Ramos; Mariana Yumi Okada; Marcelo Jamus; Antonio Claudio do Amaral Baruzzi; Hugo Tannus Furtado de Mendonça Filho; Valter Furlan
Rev Bras Cardiol. 2014;27(2):90-96

+   Resumo  
FUNDAMENTOS: A insuficiência cardíaca ainda leva a hospitalizações frequentes apesar dos notáveis avanços terapêuticos. Programas que monitoram e otimizam cuidados têm potencial para melhorar o controle desses pacientes apesar de evidências ainda controversas quanto ao seu real benefício.
OBJETIVOS: Caracterizar a população incluída em clínica de insuficiência cardíaca e avaliar a hipótese de benefícios a curto prazo (seis meses).
MÉTODOS: Estudo prospectivo que avaliou pacientes hospitalizados com insuficiência cardíaca em hospital privado cardiológico de janeiro a dezembro 2012. Os pacientes foram estratificados em: Grupo 1 - pacientes pré-Programa de cuidados (feito apenas registro de dados); Grupo 2 - pacientes pós-Programa (registro dos mesmos dados junto com intervenções educativas feitas pelo programa de cuidados da Clínica de Insuficiência Cardíaca). Analisadas características da população, indicadores de qualidade e desfechos clínicos.
RESULTADOS: Avaliados 762 pacientes, média de idade 70,4±11,0 anos, 56,0 % do sexo masculino. Fração de ejeção reduzida observada em 65,0 %, perfil hemodinâmico B em 66,0 %, etiologia isquêmica em 52,0 % e infecção como fator de descompensação em 29,0 % dos casos. Desfechos analisados nos Grupos 1 e 2, respectivamente: re-hospitalização em 30 dias (13,0 % vs. 9,0 %; p=0,10); tempo médio de hospitalização (9,0 dias vs. 8,4 dias; p=0,4); descompensação por má aderência (17,0 % vs. 10,0 %; p=0,004); mortalidade hospitalar (9,0 % vs. 8,0 %; p=0,7).
CONCLUSÕES: Os pacientes incluídos eram predominantemente idosos, do sexo masculino, com fração de ejeção reduzida, tendo infecção como principal causa de descompensação. Após o início do programa houve redução de internações por má aderência terapêutica.


Palavras-chave: Insuficiência cardíaca; Adesão à medicação; Monitoramento; Hospitalização

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Análise da qualidade de vida em homens e mulheres portadores de insuficiência cardíaca
Quality of life analysis among men and women with heart failure

Roberto Ramos Barbosa; Rafaela Vieira Franklin; Anelise Venturini Stefenoni; Vanessa Delfino Moraes; Tiago de Melo Jacques; Renato Giestas Serpa; Osmar de Araujo Calil; Luiz Fernando Machado Barbosa
Rev Bras Cardiol. 2014;27(2):97-103

+   Resumo  
FUNDAMENTOS: A insuficiência cardíaca (IC) é capaz de exercer grande impacto sobre a qualidade de vida (QV), e as diferenças na QV de homens e mulheres portadores de IC são pouco conhecidas. O Minnesota Living with Heart Failure Questionnaire (MLHFQ) é uma ferramenta que avalia a QV dos portadores de IC.
OBJETIVO: Avaliar a QV de pacientes com IC, comparando os sexos masculino e feminino.
MÉTODOS: Estudo unicêntrico transversal e descritivo, no qual se aplicou o MLHFQ a pacientes com IC com fração de ejeção reduzida, acompanhados na clínica de IC de hospital universitário entre outubro 2012 e março 2013. Foram analisados os resultados do MLHFQ dos pacientes incluídos comparando-os por sexo.
RESULTADOS: Foram incluídos 74 pacientes: sexo masculino (n=42; 56,8 %) e sexo feminino (n=32; 43,2 %). Comparando-se os dois grupos, não houve diferença nas características clínicas e nas medicações utilizadas. No grupo masculino ocorreram 0,27 internações/paciente/ano vs. 0,17 internações/paciente/ano no grupo feminino (p=0,32). O escore médio obtido pelo MLHFQ foi 35,6±18,9 para homens e 47,8±24, para mulheres (p=0,02).
CONCLUSÃO: Apesar do menor número de internações hospitalares, observou-se pior QV em pacientes com IC do sexo feminino em comparação ao masculino.


Palavras-chave: Insuficiência cardíaca; Qualidade de vida; Gênero e saúde; Questionários

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Respostas cardiovasculares durante exercício resistido com restrição de fluxo sanguíneo
Cardiovascular responses during resistance exercise with blood flow restriction

Roberto Poton; Marcos Doederlein Polito
Rev Bras Cardiol. 2014;27(2):104-110

+   Resumo  
FUNDAMENTOS: Estudos recentes mostram que o exercício resistido realizado em baixa intensidade (<50 % 1RM) com restrição de fluxo sanguíneo (RFS) pode promover modificações morfológicas/fisiológicas semelhantes aos exercícios com intensidades mais elevadas sem RFS.
OBJETIVO: Comparar as respostas cardiovasculares e hemodinâmicas durante o exercício resistido realizado com e sem RFS.
MÉTODOS: Dezessete voluntários (25,9±6,6 anos) realizaram três séries de 15 repetições com 20 % de 1RM no exercício rosca bíceps unilateral (braço dominante) com e sem RFS. As duas sessões foram aleatoriamente realizadas no mesmo dia com intervalo de 20 min. A RFS durante o exercício foi induzida com esfigmomanômetro padrão inflado e mantido a 200 mmHg durante toda a sessão. As variáveis pressão arterial sistólica (PAS), pressão arterial diastólica (PAD), frequência cardíaca (FC), volume sistólico (VS), débito cardíaco (DC) e resistência vascular periférica total (RPT) foram aferidas de forma contínua não invasiva por medidas batimento a batimento.
RESULTADOS: Os exercícios realizados com RFS e sem RFS mostraram diferença significativa para a PAS (195,1±21,3 mmHg vs. 150,5±14,1 mmHg, respectivamente), PAD (126,7±18,6 mmHg vs. 94,9±10,3 mmHg, respectivamente) e FC (132,0±23,7 mmHg vs. 97,0±9,7 mmHg, respectivamente) somente na terceira série.
CONCLUSÃO: O exercício com RFS, quando comparado com o modelo sem oclusão, não apresentou diferenças significativas até a segunda série, demonstrando ser relativamente seguro no âmbito cardiovascular.


Palavras-chave: Pressão arterial; Exercício; Circulação sanguínea

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Relação do polimorfismo C825T do gene GNB3 e hipertensão arterial sistêmica de difícil controle
Relationship between C825T polymorphism of the GNB3 gene and difficult-to-treat hypertension

Lucas Kraeski Krum; Joelmir Colman; Mara Cristina de Almeida; Roberto Ferreira Artoni; Marcelo Ricardo Vicari; Gabriela Cordeiro da Costa; Mário Augusto Cray da Costa; Viviane Nogaroto
Rev Bras Cardiol. 2014;27(2):111-119

+   Resumo  
FUNDAMENTOS: O polimorfismo C825T do gene GNB3 está associado à hipertensão arterial sistêmica (HAS) em algumas populações já analisadas, porém alguns estudos se mostram controversos no que se refere a esta relação.
OBJETIVO: Avaliar a relação do polimorfismo C825T do gene GNB3 com a HAS de difícil controle medicamentoso em hipertensos de Campos Gerais, PR - Brasil.
MÉTODOS: Em relação ao polimorfismo C825T de GNB3, foram determinados os genótipos de 60 hipertensos, os quais foram estratificados em dois grupos (fácil e difícil controle medicamentoso), por meio da técnica de PCR-RFLP (Polymerase Chain Reaction - Restriction Fragment Lenght Polymorphism). Foram avaliadas as frequências alélicas e genotípicas, utilizando-se o teste do qui-quadrado de Pearson, com correção de Yates e odds ratio (OR).
RESULTADOS: Não houve diferenças entre os grupos, quando comparadas as frequências alélicas e genotípicas, indicando que a população está em equilíbrio. A probabilidade de o paciente possuir o polimorfismo e a HAS de difícil controle foi 53,5 % (OR=1,15; IC95 % = 0,41-3,26), analisando-se os genótipos. Já a análise dos alelos, separadamente, mostrou uma associação de 55,4 % (OR=1,24; IC95 % = 0,59-2,57).
CONCLUSÃO: Nesta população não foi encontrada relação entre o polimorfismo C825T do gene GNB3 e a HAS de difícil controle, indicando que outros fatores estão influenciando a manifestação dessa doença nestes pacientes.


Palavras-chave: Hipertensão; Polimorfismo de fragmento de restrição; Sistema renina-angiotensina

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ARTIGO DE REVISÃO

Estudo da função endotelial no Brasil: prevenção de doenças cardiovasculares
Study of endothelial function in Brazil: cardiovascular disease prevention

Jorgileia Braga de Melo; José Albuquerque de Figueiredo Neto; Roberta Cristina Almeida Campos; Mariana Ferreira Meireles; Eulália Cristina Costa e Costa; Márcia Cristina Machado Leal
Rev Bras Cardiol. 2014;27(2):120-127

+   Resumo  
A avaliação da função endotelial permite identificar alterações no endotélio e pode ser avaliada por métodos bioquímicos e biofísicos. Dentre estes, destaca-se a dilatação fluxo-mediada da artéria braquial (DILA) por ser uma técnica ultrassonográfica segura e não invasiva, marcador precoce de doenças cardiovasculares, pois reflete a saúde do endotélio ainda numa fase inicial, ou seja, antes do aparecimento da placa de ateroma. Esta revisão descreve os estudos realizados no Brasil que investigaram a avaliação da função endotelial. A busca dos dados foi realizada em bases da Biblioteca Virtual em Saúde (BIREME) e SciELO. Foram incluídos estudos feitos no Brasil e publicados até agosto 2012, com avaliação da função endotelial por meio da DILA. Dos 16 artigos encontrados, 7 estudos incluíram apenas indivíduos com risco cardiovascular; 8 incluíram indivíduos com e sem risco cardiovascular e somente 1 incluiu indivíduos sem risco cardiovascular. Todos os estudos que avaliaram a função endotelial em indivíduos considerados com risco para doenças cardiovasculares encontraram valores do DILA <10 %. Os estudos sugerem que esse método é confiável na avaliação da função endotelial em indivíduos com ou sem fatores de risco cardiovascular.


Palavras-chave: Doenças cardiovasculares; Ultrassonografia; Endotélio

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PONTO DE VISTA

Importância do diagnóstico etiológico na insuficiência cardíaca idiopática
Importance of etiological diagnosis in idiopathic heart failure

Marcelo Bittencourt; Fernando Carlos Vetromille Ribeiro; Ricardo Mourilhe Rocha; Denilson Campos Albuquerque
Rev Bras Cardiol. 2014;27(2):128-130

+   Resumo  
A insuficiência cardíaca é uma condição altamente grave e importante do ponto de vista epidemiológico para a saúde pública. Resultado da progressão de várias doenças cardiovasculares ou sistêmicas, é responsável por grande número de internações anuais. Apesar da alta prevalência, uma parcela considerável dos casos permanece sem uma etiologia definida. Conseguir identificá-la implica uma melhor abordagem terapêutica e de prevenção.


Palavras-chave: Insuficiência cardíaca; Cardiomiopatia dilatada; Diagnóstico

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RELATO DE CASO

Implante valve-in-valve: uma opção
Valve-in-valve implant: an option

Josiane Motta e Motta; Marco Antônio Perim; Flavio Tarasoutchi; Marcelo Luis Campos Vieira; Heno Ferreira Lopes
Rev Bras Cardiol. 2014;27(2):131-134

+   Resumo  
Os relatos de implante de valve-in-valve no Brasil são escassos, mas têm aumentado de frequência nos países desenvolvidos. Relata-se o caso de paciente feminina, 73 anos, que se submeteu a implante transcutâneo de prótese aórtica valve-in-valve há quatro anos. A paciente havia implantado bioprótese aórtica por cirurgia há 24 anos, evoluindo com degeneração da prótese, tendo recusado a troca valvar por nova cirurgia aberta. Após avaliação de equipe multidisciplinar foi indicado o implante transcutâneo de prótese aórtica valve-in-valve. Após quatro anos, a paciente apresentou melhora da classe funcional de insuficiência cardíaca e a durabilidade da prótese tem sido satisfatória.


Palavras-chave: Estenose da valva aórtica; Valva aórtica; Implante de prótese de valva cardíaca

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Cardiomiopatia de Takotsubo: relato de caso e revisão de literatura
Takotsubo cardiomyopathy: case report and review of the literature

Vinícius Lustosa de Araújo Rodrigues; José Flávio Sette de Souza; Allan Longhi; Marco Antonio Yukishigue Kaimoti
Rev Bras Cardiol. 2014;27(2):135-138

+   Resumo  
Cardiomiopatia de Takotsubo (CMT) é uma doença caracterizada por disfunção ventricular esquerda aguda em resposta a estresse físico ou emocional. Relata-se o caso de uma mulher, 82 anos, que foi hospitalizada com queixa de dor torácica e dispneia. A paciente apresentou alterações eletrocardiográficas, elevação das enzimas cardíacas, alterações de movimento da parede do ventrículo esquerdo (VE), mimetizando síndrome coronariana aguda (SCA), todavia as coronárias estavam angiograficamente normais. Apresentou como complicações da CMT insuficiência cardíaca esquerda com edema agudo de pulmão, disfunção valvar mitral e formação de trombo em ápice de VE. A função ventricular esquerda foi completamente recuperada em três semanas.


Palavras-chave: Cardiomiopatia de Takotsubo; Catecolaminas; Disfunção ventricular

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ERRATUM

Erratum
Rev Bras Cardiol. 2014;27(2):139
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