Português | English

ISSN (Print): 2359-4802 | ISSN (Online): 2359-5647




Edition: 27.3 - 11 Article(s)




Back to Sumary






ORIGINAL ARTICLE

Analysis of hemodynamic variables among elderly revascularized patients after early in-bed mobilization
Análise das variáveis hemodinâmicas em idosos revascularizados após mobilização precoce no leito

Klebson da Silva Almeida1; André Filipe Morais Pinto Novo2; Saul Rassy Carneiro3; Larissa Nazaré Queiroz de Araújo4

1. Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro - Serviço de Fisioterapia - Vila Real, Portugal
2. Escola Superior de Saúde, Instituto Politécnico de Bragança - Serviço de Enfermagem - Bragança, Portugal
3. Universidade Federal do Pará - Serviço de Fisioterapia - Belém, PA - Brasil
4. Universidade da Amazônia - Serviço de Fisioterapia - Belém, PA - Brasil

Corresponding author

Klebson da Silva Almeida
Vila Martins, 153 - Cidade Velha
66023300 - Belém, PA - Brasil
E-mail: klebsonphysical@hotmail.com

Received in 5/25/2014
Accepted em 6/10/2014

Abstract

BACKGROUND: During the post-operative phase after coronary artery bypass (CAB) surgery, prolonged bed rest increases the possibility of systemic complications resulting from immobilization.
OBJECTIVE: To ascertain the behavior of peak expiratory flow and hemodynamic variables among elderly patients during the CAB postoperative period undergoing three types of physiotherapy interventions.
METHODS:Thirty elderly patients were studied, divided into three groups: Group A - mobilization with an ergometric bicycle; Group B - mobilization without an ergometric bicycle but with physiotherapy; and Group C - no mobilization but with non-invasive ventilation, analyzing the heart rate (HR), respiration rate (RR), blood pressure (BP), peripheral oxygen saturation (SpO2) and expiratory peak flow. The Wilcoxon test was used for variations in the intra-group results for the pre- and post-test phases, using the Kruskal-Wallis test for the inter-group comparison of the pre and post-test phases, with a statistical significance of p<0.05.
RESULTS: A significant increase was observed in the peak flow values for the three groups (pre- and post-test); with a significant reduction in the systolic blood pressure for group A and higher heart rates and respiration rates in group B. The inter-group analysis presented a statistically significant reduction in the diastolic blood pressure for group C.
CONCLUSIONS: The hemodynamic variables behaved as expected, confirming that exercise is safe for elderly patients after CAB in an intensive care setting. Care is required when using positive pressures for non-invasive ventilation, due to effects on cardiac output and consequently diastolic blood pressure.

Keywords: Breathing exercises; Ergonomic bicycle; Elderly; Myocardial revascularization

 

INTRODUÇÃO

As doenças degenerativas do aparelho cardiovascular são as principais causas de hospitalização e de óbito no Brasil, sendo a síndrome coronariana aguda a grande responsável por essa mortalidade1. As doenças cardiovasculares se iniciam em idade precoce e fazem parte do grupo das doenças crônicas não transmissíveis, as quais compõem a síndrome plurimetabólica (obesidade, hipertensão, diabetes mellitus e dislipidemia) causada por fatores de risco resultantes de mudanças de hábitos de vida2.

A cirurgia de revascularização do miocárdio quase sempre leva o paciente ao repouso prolongado no leito e consequente imobilidade. No pós-operatório diversos efeitos adversos podem ocorrer como: redução da capacidade funcional, da volemia, da eficácia da contração miocárdica e da massa muscular, ocorrência de atelectasias e contraturas articulares, disfunção do sistema vascular endotelial, resistência aumentada à insulina, úlceras de pressão e aumento dos níveis de ansiedade e depressão3.

O exercício físico é um componente primordial num programa de reabilitação cardíaca. Grande parte do sucesso desses programas se deve à terapia baseada no exercício físico que proporciona ao paciente maior capacidade de recuperação, permitindo o retorno às suas atividades habituais. O exercício físico também melhora a autoestima diminuindo os problemas emocionais que, muitas vezes, são sintomas importantes em alguns desses pacientes4.

 

MÉTODOS

Estudo experimental de intervenção terapêutica, no qual foi realizada a implementação de programas de reabilitação na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), com pacientes idosos em pós-operatório de cirurgia de revascularização do miocárdio.

Esta pesquisa foi realizada na Fundação Pública Estadual Hospital de Clínicas Gaspar Vianna, no período de 1/8/2012 a 31/1/2013 e aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa da instituição sob o nº 89 524, conforme Resolução CNS 466/12.

Os critérios de inclusão adotados foram: idade >60 anos, ambos os sexos, em pós-operatório de cirurgia de revascularização do miocárdio; com estabilidade hemodinâmica: PAS>90 mmHg e <140 mmHg e PAD>50 mmHg e <90 mmHg; sem sequelas neurológicas; sem arritmias cardíacas e com condições osteomioarticulares e cardiopulmonares que permitissem a realização das atividades propostas.

Foram considerados critérios de exclusão: pacientes que não concordaram em participar; que não tinham liberação médica para realização dos protocolos estabelecidos; pacientes (voluntários) que apresentaram dificuldade para realizar atividade física no cicloergômetro por doenças pregressas e/ou sem causa específica e/ou que apresentaram trombose venosa profunda (TVP) sem tratamento.

A população estudada compreendeu 30 idosos estratificados em três grupos:

  • Grupo A - realizou atividades no cicloergômetro. Este foi posicionado entre as pernas do paciente, mantendo-as semiflexionadas, e o exercício realizado com intensidade de 30 rpm, em cinco séries de 3 minutos, com 1 minuto de intervalo entre as séries.
  • Grupo B - realizou procedimentos de fisioterapia motora sem uso do cicloergômetro. Constou de exercícios para os membros superiores (MMSS), focando em movimentos passivos e ativos (flexão de ombros e flexão e extensão de cotovelos), com o leito em posição de Fowler. Para os membros inferiores (MMII), realizados exercícios de flexão e extensão do quadril e joelho e circundução dos pés. Executado também treinamento funcional à beira do leito, focando a mudança e transferência da posição de decúbito dorsal para a posição de sedestação. Esta posição foi mantida para realizar os exercícios de flexão e extensão dos ombros, associados à expiração profunda durante a fase excêntrica do movimento, além de flexão e extensão do joelho e circundução dos pés. Tanto para os MMSS quanto para os MMII foram realizadas duas séries de 10 repetições em cada exercício, com intervalo de 1 minuto entre as séries.
  • Grupo C (grupo-controle) - não realizou qualquer atividade motora, e utilizou ventilação não invasiva (VNI) com máscara orofacial interligada ao ventilador mecânico marca RTC (Newport Medical modelo: E360Br, Brasil), com os seguintes parâmetros ajustados: pressão de suporte (PS): 15 cmh2o; pressão expiratória positiva nas vias aéreas (PEEP): 5 cmh2O; e fração inspirada de oxigênio (FIO2) de 30 %, durante 30 minutos em três séries de 10 minutos cada, com intervalo de 2 minutos entre as séries. Durante a aplicação dos protocolos os pacientes mantiveram o leito a 45º.
  • As variáveis hemodinâmicas (FC, FR, PA e SpO2) e o pico de fluxo expiratório máximo (PFE) foram avaliadas antes (pré-teste) e após (pós-teste) a implementação dos programas. Para o pré-teste, o paciente foi deixado em repouso durante 3 minutos e após foram anotados o valor do peack flow e todas as variações da frequência cardíaca, saturação de oxigênio, e a cada minuto a frequência respiratória e a pressão arterial. Na fase pós-teste foram aguardados 3 minutos, com o paciente mantido em repouso durante esse tempo, para nova avaliação.

    Os dados obtidos nos grupos A, B (intervenção) e C (controle) foram expressos em média±desvio-padrão. Para analisar a variação dos resultados intragrupos, nas fases pré e pós-teste foi realizado o teste de Wilcoxon e para análise e comparação intergrupos nas fases pré e pós-teste foi realizado o teste de Kruskal-Wallis, sendo adotado como significância estatística p<0,05.

     

    RESULTADOS

    Dos 30 pacientes revascularizados que participaram do estudo, 22 (73,33 %) eram do sexo masculino e 8 (26,67 %) do sexo feminino, com média de idade 65,96±6,12 anos. A média de idade dos grupos estudados foi: Grupo A: 65,30±5,59 anos; Grupo B: 64,50±4,79 anos e Grupo C: 68,10±7,65 anos, sem diferença estatística (p=0,5262).

    A média de internação foi: Grupo A: 2,4±0,84 dias; Grupo B: 2,7±0,82 dias; Grupo C: 2,4±1,26 dias, também sem significado estatístico (p=0,5767).

    O comportamento das variáveis estudadas nos três grupos na fase pré e pós-teste encontra-se na Tabela 1:

     

     

    Observam-se valores significativos para o aumento do peack flow em todos os grupos, assim como a redução da PAS no Grupo A e o aumento da FC e da FR no Grupo B.

    A análise intergrupos do comportamento das variáveis estudadas na fase pré-teste encontra-se na Tabela 2 e na fase pós-teste encontra-se na Tabela 3.

     

     

     

     

    Na fase pré-teste não foram observadas mudanças significativas intergrupos, cujos valores se mantiveram estáveis.

    Na fase pós-teste observou-se redução da pressão arterial diastólica no grupo C, com significado estatístico.

     

    DISCUSSÃO

    Sabe-se que os pulmões são frequentemente prejudicados durante a cirurgia cardíaca, devido ao tempo de circulação extracorpórea (CEC), tempo de entubação, tempo de isquemia, drenos pleurais e dor provocada pela incisão esternal, que podem predispor o paciente à redução da função pulmonar, levando-o a adquirir atelectasias, pneumonias, associando diretamente essa redução ao aumento da mortalidade nesses pacientes5. Uma das formas de mensurar e acompanhar a evolução da função pulmonar é a avaliação do pico de fluxo expiratório.

    A análise realizada permitiu verificar que os valores do peack flow aumentaram em todos os grupos (Tabela 1), possivelmente pelo aumento da ventilação induzida pelo exercício, já que há aumento das necessidades orgânicas de suprimento de energia para a contração muscular. À medida que a intensidade do exercício aumenta, o consumo de oxigênio aumenta quase linearmente, e junto com ele as outras variáveis respiratórias6. A mudança de decúbito também pode ser considerada, apesar de os efeitos da posição do corpo no PEF não serem diretamente investigados. Sabe-se que ocorre menos fluxo de ar na posição de cabeça para baixo e os maiores fluxos estão presentes na posição de pé e sentada de maneira ereta, estando estes diretamente relacionados com o aumento do volume da cavidade torácica, elevando mais a ação dos músculos inspiratórios e expiratórios, aumentando assim o gradiente pressórico, empurrando o ar com mais velocidade nas vias aéreas, gerando mais fluxo7.

    A redução do trabalho respiratório e o aumento da complacência pulmonar ocasionados com a utilização da VNI, devido a grande vantagem de não depender de esforço do paciente para gerar inspirações profundas, repercutem diretamente na elevação do fluxo expiratório, pois essa redução aumentaria a ventilação pela maior mobilidade torácica. A redução do nível de dor causado pela esternotomia mediana, apesar dessa variável não ter sido objeto deste estudo, também pode contribuir para o aumento do fluxo expiratório com o tempo de hospitalização8,9.

    A frequência cardíaca se elevou significativamente no grupo B (Tabela 1), apesar de se manter dentro dos valores normais. Existem poucas pesquisas sobre a aplicação de exercícios motores de fisioterapia em terapia intensiva e suas respostas hemodinâmicas10, contudo essa elevação pode ter ocorrido pelo aumento da atividade simpática, decorrente da necessidade do aumento do volume de sangue para os músculos durante o exercício de forma a manter um débito cardíaco satisfatório, juntamente com a liberação de hormônios pela maior estimulação adrenal11.

    O fato de nesse grupo B ter havido mudança de decúbito da posição de Fowler para a posição sentada durante a execução dos exercícios, faz com que a atividade simpática aumente com a estimulação beta-adrenérgica, contribuindo para o aumento da frequência cardíaca12.

    Na mobilização de pacientes sob cuidados intensivos, a frequência cardíaca fornece informações vitais e em relação à tolerância do paciente ao procedimento. Se a FC aumenta significativamente durante a mobilização, esta particularmente pode estar acompanhada de sintomas e sinais de estresse cardiovascular, como falta de ar, dor no peito, fraqueza, excesso de secreção em vias aéreas. Nesse caso, a progressão da mobilidade deve ser adiada e, se necessário, a intensidade da mobilização deve ser diminuída13.

    Não houve modificações relevantes para a variável SpO2 (Tabelas 1, 2, 3), tendo se mantido acima dos 90 % em todos os grupos. O único grupo que obteve suporte de oxigênio foi o grupo C, quando houve aplicação adicional de 30 % de oxigênio sobre a fração inspirada além de utilização de pressão positiva durante a aplicação da VNI, porém devem-se considerar as influências do exercício físico (nos grupos A e B) na mecânica respiratória e sobre o sistema circulatório, o que resulta em melhora no balanço entre a oferta e o consumo de oxigênio do paciente14.

    Por isso a oximetria de pulso é atualmente considerada recurso indispensável na segurança e na monitorização respiratória durante o exercício em reabilitação cardíaca, na doença obstrutiva pulmonar crônica, em procedimentos anestésicos, no transporte de pacientes ventilados ou sob tratamento intensivo.

    Houve aumento expressivo da frequência respiratória (FR) no grupo B (Tabela 1), mantendo-se em taquipneia devido ao aumento da estimulação dos neurônios do tronco cerebral, promovida pela ação dos mecanorreceptores musculares e articulares durante o exercício, o que promove maior estimulação dos quimiorreceptores centrais, para promover um aumento da ventilação a fim de regular e equilibrar os níveis de CO2 e pH15,16.

    O grupo B foi o único grupo em que houve mudança de decúbito. A postura sentada foi mantida em parte do protocolo de exercícios, que ocasiona maior estímulo sobre os músculos atuantes na manutenção postural, juntamente com a ativação dos músculos abdominais e dorsais, que somados à atuação de mecanorreceptores musculares e articulares e a ativação dos quimiorreceptores durante o exercício, aumentam a ação do centro respiratório no tronco cerebral, fazendo com que ocorra aumento da frequência respiratória17.

    Como são poucos os estudos sobre o comportamento do ritmo respiratório em prescrições de exercício para pacientes no ambiente hospitalar ou sob cuidados no ambiente de terapia intensiva, uma hipótese para justificar esse aumento da frequência respiratória é o fato de que em pacientes acamados, a ação dos mecanorreceptores é aumentada durante a manutenção da postura sentada, que somados ao aumento da complacência pulmonar e do volume corrente gerados nessa postura, contribuem para essa elevação18.

    Em relação à pressão arterial, os valores da PAS se reduziram de forma relevante no grupo A (Tabela 1), provavelmente pelo fenômeno da hipotensão pós-exercício, que ocorre em sequência da redução vascular periférica, redução na resposta vasoconstritora alfa-adrenérgica e libertação de fatores humorais como o óxido nítrico19,20.

    Houve redução da PAD em especial no grupo C (Tabela 3). Acredita-se que essa alteração tenha ocorrido como consequência do nível de pressão positiva utilizada durante a VNI, o que produz aumento do fluxo inspiratório, implicando diretamente na pressão pleural, levando a aumento da pressão intratorácica, e ocorrendo redução do débito cardíaco e consequentemente da PAD21,22.

    A magnitude e a duração da queda pressórica provocada pelo exercício físico contínuo são dependentes da duração do exercício. Este provoca diminuição na resistência vascular periférica; redução na resposta vasoconstritora alfa-adrenérgica e outros fatores humorais, tais como adrenalina, fator atrial natriurético e óxido nítrico, que estão envolvidos no fenômeno da hipotensão pós-exercício. Mudanças na PA durante a mobilização pode refletir quão bem o indivíduo está tolerando a intervenção. Portanto a mensuração da PA é importante: um aumento excessivo da pressão sistólica ou diastólica durante a mobilização, especialmente se mantida, pode restringir ou limitar a progressão da mobilidade naquele momento23.

     

    CONCLUSÕES

    Após as análises realizadas observou-se que as variáveis hemodinâmicas se comportaram dentro do esperado, evidenciando que o exercício físico é seguro em pacientes idosos revascularizados no ambiente de cuidados intensivos. Devem ser tomados cuidados quanto ao uso de pressões positivas na VNI devido às repercussões sobre o débito cardíaco e, consequentemente, na PAD. Outros estudos devem ser realizados nessa área para que possam subsidiar melhor os profissionais de reabilitação durante o atendimento dos pacientes na UTI.

    Potencial Conflito de Interesses

    Declaro não haver conflitos de interesses pertinentes.

    Fontes de Financiamento

    O presente estudo não teve fontes de financiamento externas.

    Vinculação Acadêmica

    Este artigo faz parte da dissertação de Mestrado em Gerontologia, Atividade Física e Saúde de Klebson da Silva Almeida pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro - Portugal.

     

    REFERÊNCIAS

    1. Saúde Brasil 2007 - uma análise da situação da saúde: estudo aponta perfil da mortalidade do brasileiro. Informe ENSP. [Internet]. Publicada em 10/11/2008. Disponível em: http://www.ensp.fiocruz.br/portal-ensp/informe/site/materia/detalhe/13933>

    2. Santos MG, Pegoraro M, Sandrini F, Macuco EC. Fatores de risco no desenvolvimento da aterosclerose na infância e adolescência. Arq Bras Cardiol. 2008;90(4):301-8.

    3. Brower RG. Consequences of bed rest. Crit Care Med. 2009;37(10 Suppl):S422-8.

    4. Ricardo DR, Araujo CGS. Reabilitação cardíaca com ênfase no exercício: uma revisão sistemática. Rev Bras Med Esporte; 2006;12(5):279-85.

    5. Morsch KT, Leguisamo CP, Camargo MD, Coronel CC, Mattos W, Ortiz LDN, et al. Perfil ventilatório dos pacientes submetidos a cirurgia de revascularização do miocárdio. Rev Bras Cir Cardiovasc. 2009;24(2):180-7.

    6. Neder JA, Nery LE. Teste de exercício cardiopulmonar. J Pneumol. 2002;28(supl. 3):S166-206.

    7. Badr C, Elkins MR, Ellis ER. The effect of body position on maximal expiratory pressure and flow. Aust J Physiother. 2002;48(2):95-102.

    8. Baumgarten MCS, Garcia GK, Frantzeski MH, Giacomazzi CM, Lagni VB, Dias AS, et al. Comportamento da dor e da função pulmonar em pacientes submetidos à cirurgia cardíaca via esternotomia. Rev Bras Cir Cardiovasc. 2009;24(4):497-505.

    9. Sasseron AB, Figueiredo LC, Trova K, Cardoso AL, Lima NMFV, Olmos SC, et al. A dor interfere na função respiratória após cirurgias cardíacas? Rev Bras Cir Cardiovasc. 2009;24(4):490-6.

    10. Mendes RG, Simões RP, Costa FSM, Pantoni CB, Di Thommazo L, Luzzi S, et al. Short-term supervised inpatient physiotherapy exercise protocol improves cardiac autonomic function after coronary artery bypass graft surgery - a randomised controlled trial. Disabil Rehabil. 2010;32(16):1320-7.

    11. Antelmi I, Chuang EY, Grupi CJ, Latorre MRDO, Mansur AJ. Recuperação da frequência cardíaca após teste de esforço em esteira ergométrica e variabilidade da frequência cardíaca em 24 horas em indivíduos sadios. Arq Bras Cardiol. 2008;90(6):413-8

    12. Zuttin RS, Moreno MA, César MC, Martins LEB, Catai AM, Silva E. Avaliação da modulação autonômica da frequência cardíaca nas posturas supina e sentada de homens jovens sedentários. Rev Bras Fisioter. 2008;12(1):7-12.

    13. Stiller K, Phillips A. Safety aspects of mobilising acutely ill inpatients. Physiother Theory Pract. 2003;19(4):239-57.

    14. Palacios SM, Álvarez CG, Schönffeldt PG, Céspedes JG, Gutiérrez MC, Oyarzún MG. Guía para realizar oximetría de pulso en la práctica clínica. Rev Chil Enf Respir. 2010;26(1):49-51.

    15. Bell JH. Respiratory control at exercise onset: an integrated systems perspective. Respir Physiol Neurobiol. 2006;152(1):1-15.

    16. Badra LJ, Cooke WH, Hoag JB, Crossman AA, Kuusela TA, Tahvanainen KU, et al. Respiratory modulation of human autonomic rhythms. Am J Physiol Heart Circ Physiol. 2001;280(6):H2674-88.

    17. Pompeu SMAA, Pompeu JE, Rosa M, Silva MR. Correlação entre função motora, equilíbrio e força respiratória pós-acidente vascular cerebral. Rev Neurocienc. 2011;19(4):614-20.

    18. Porto EF, Castro AAM, Leite JRO, Miranda SV, Lancauth A, Kumpel C. Análise comparativa da complacência do sistema respiratório em três diferentes posições no leito (lateral, sentada e dorsal) em pacientes submetidos à ventilação mecânica invasiva prolongada. Rev Bras Ter Intens. 2008;20(3):213-9.

    19. Ciolac EG, Guimarães GV, D'Ávila VM, Bortolotto LA, Doria EL, Bocchi EA. Acute aerobic exercise reduces 24-h ambulatory blood pressure levels in long-term-treated hypertensive patients. Clinics (São Paulo). 2008;63(6):753-8.

    20. Stiller K, Phillips AC, Lambert P. The safety of mobilization and its effect on haemodynamic and respiratory status of intensive care patients. Physiother Theory Pract. 2004;20:175-85.

    21. Coimbra VRM, Lara RA, Flores EG, Nozawa E, Auler JOC Jr, Feltrim MIZ. Aplicação da ventilação não-invasiva em insuficiência respiratória aguda após cirurgia cardiovascular. Arq Bras Cardiol. 2007;89(5):298-305.

    22. Barros AF, Barros LC, Sangean MC, Vega JM. Análise das alterações ventilatórias e hemodinâmicas com utilização de ventilação mecânica não-invasiva com binível pressórico em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva. Arq Bras Cardiol. 2008;88(1):96-103.

    23. Pescatello LS, Franklin BA, Fagard R, Farquhar WB, Kelley GA, Ray CA. American College of Sports Medicine position stand. Exercise and hypertension. Med Sci Sports Exerc. 2004;36(3):533-53.

     






    Developed by Information Technology and Communication SBC | All rights reserved © Copyright 2016 | Sociedade Brasileira de Cardiologia | tecnologia@cardiol.br