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ISSN (Print): 2359-4802 | ISSN (Online): 2359-5647




Edition: 27.1 - 10 Article(s)




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ORIGINAL ARTICLE

Chronic non-communicable diseases and association with risk factors
Doenças crônicas não transmissíveis e associação com fatores de risco

Sheila Cristina Rocha-Brischiliari1; Cátia Millene Dell Agnolo2; Angela Andréia França Gravena1; Tiara Cristina Romeiro Lopes1; Maria Dalva de Barros Carvalho1; Sandra Marisa Pelloso1

1. Programa de Pós-graduação em Ciências da Saúde - Universidade Estadual de Maringá - Maringá, PR - Brasil
2. Programa de Pós-graduação em Enfermagem - Universidade Estadual de Maringá - Maringá, PR - Brasil

Corresponding author

Sheila Cristina Rocha-Brischiliari
Av. Colombo, 5790 - Jardim Universitário
87020-900 - Maringá, PR - Brasil
E-mail: catiaagnolo@gmail.com

Received in 5/22/2013
Accepted em 11/9/2013

Abstract

BACKGROUND: An ageing population has increased the prevalence of chronic non-communicable diseases.
OBJECTIVE: To analyze the association between chronic non-communicable diseases and risk factors.
METHODS: This cross-sectional population-based study interviewed 453 adults >18 years old in the town of Maringa, Paraná State during 2011 and 2012. These interviews were conducted through a questionnaire proposed by the Ministry of Health.
RESULTS: 453 adults were assessed, between 18 and 87 years old, with a mean age of 52.0±16.2 years and chronic non-communicable diseases noted in 44.8% (n=203). Among these respondents, 77.5% were women, most >60 years old, with 54.3% reporting 0-8 years of schooling; 65.3% were married / cohabiting and most (66.4%) were white. After the logistic regression analysis, the presence of chronic non-communicable diseases was associated with older adults (p<0.01), self-declared as black (p=0.01), BMI >25 kg/m2 (p<0.01) and rating their health in general as fair (p<0.01), poor and very poor (p<0.01).
CONCLUSIONS: The present study showed that chronic non-communicable diseases were more prevalent among older people with little schooling and no partners. The risk components associated with chronic non-communicable diseases were smoking, overweight/obesity and self-reported health status as poor/fair.

Keywords: Risk factors; Epidemiology; Chronic disease

 

INTRODUÇÃO

Nas últimas décadas o Brasil tem apresentado mudança no perfil de mortalidade da população, com acréscimo dos óbitos causados por doenças crônicas não transmissíveis (DCNT)1, que se torna uma grande preocupação na área da Saúde Pública2. A sua prevalência vem aumentando consideravelmente e atinge proporções epidêmicas em todo o mundo3.

Uma das causas dessas mudanças no perfil da população se deve ao declínio da taxa de fecundidade, aumento da qualidade de vida, do acesso facilitado aos serviços de saúde com a intensificação da estratégia Saúde da Família (ESF), resultando em maior envelhecimento populacional1. À medida que o envelhecimento da população avança e o número de óbitos precoces diminui, aumenta a prevalência das DCNT4, que se encontram entre as principais causas de morte, com mortalidade superior a todas as outras combinadas3.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam que as DCNT são responsáveis por 63,0 % (36 milhões) da mortalidade3. Há uma projeção para o aumento da mortalidade por DCNT em 15 % em todo o mundo entre os anos de 2010 e 2020, que corresponderá a 44 milhões de mortes3. No Brasil, em 2007 as DCNT atingiram a proporção de 72,0 % do total de óbitos, sendo as principais causas de mortes nesse ano5.

Apesar de existirem pesquisas que revelam a morbidade e mortalidade pelas DCNT, os estudos transversais brasileiros sobre fatores de risco para DCNT são recentes e ainda escassos2, atingindo apenas as capitais brasileiras. Assim é também necessário averiguar os fatores de risco das DCNT em cidades de pequeno e médio porte, considerando as discrepâncias das condições de vida diferenciadas entre as regiões brasileiras.

Considerando ainda que o envelhecimento populacional traz mais vulnerabilidade a DCNT, o objetivo do presente estudo foi analisar a associação entre relato de DCNT com fatores de risco na cidade de Maringá, PR - Brasil.

 

MÉTODOS

Estudo transversal de base populacional por meio de inquérito domiciliar. O tamanho da amostra foi estimado com o objetivo de assegurar representatividade para o evento em estudo. O cálculo da amostra utilizou as informações do Censo Demográfico referente à população adulta (idade >18 anos) relatada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)6 no ano de 2010, para o Município de Maringá, perfazendo um total de 273 674 adultos, tendo sido estabelecido o número de 384 indivíduos a serem estudados. Utilizou-se para calcular a amostra, o programa estatístico Epi-Info versão 3.5.1, com um intervalo de confiança de 0,95 e margem de erro de 0,05. Com um acréscimo de 20 % para possíveis perdas e/ou recusas, o tamanho total da amostra foi 453 adultos.

A seleção da amostra teve como unidade de referência as Áreas de Expansão Demográfica (AED), segundo o IBGE6, totalizando 21 AED em Maringá. De cada setor, selecionou-se uma amostra aleatória simples proporcional ao número de adultos residentes em cada um desses setores, tendo em vista o tamanho da amostra. Devido à proporção considerada e para melhor distribuição para efeito de vizinhança, foi sorteado um domicílio e saltados três. Não coincidindo a casa escolhida com a presença do adulto, esta foi procurada no domicílio seguinte, reiniciando-se o processo em cada entrevista. Na existência de mais de um indivíduo no domicílio, realizava-se sorteio entre eles.

As visitas domiciliares incluíram a aplicação de um questionário face a face, a VIGITEL - proposto pelo Ministério da Saúde7.

A variável dependente foi construída com base no relato de diagnóstico médico de diabetes, hipertensão arterial e doenças respiratórias. Os indivíduos foram agrupados pela ausência ou presença de doenças crônicas. As medidas secundárias ou variáveis independentes avaliadas foram: características sociodemográficas: sexo; idade; escolaridade (0-8; 9-11 e >12 anos de estudo); situação conjugal (solteiro, casado/unido, divorciado/separado/viúvo); cor da pele (branca, negra, parda ou morena, amarela); diversas características associadas à ocorrência de DCNT como: a) atividade física no lazer, definida por ausência no lazer de atividade física leve ou moderada por pelo menos 30 min/dia em cinco ou mais dias por semana, ou de atividades de intensidade vigorosa por pelo menos 20 min/dia em três ou mais dias da semana8; b) consumo abusivo de bebida alcoólica: considerado mais que cinco e quatro doses para homens e mulheres, respectivamente, em uma única ocasião, pelo menos uma vez nos últimos 30 dias (uma dose de bebida alcoólica corresponde a uma lata de cerveja, uma taça de vinho ou uma dose de cachaça, whisky ou qualquer outra bebida alcoólica destilada); c) tabagismo: fumante atual e ex-fumante; d) estado nutricional, analisado pelo índice de massa corporal (IMC) e classificação de acordo com os critérios estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde9 em: peso adequado (IMC <25 kg/m2) e excesso de peso (>25 kg/m2) no qual peso e altura foram autorreferidos; e) saúde de modo geral: muito bom, bom, regular, ruim e muito ruim; f) consumo alimentar: baixo consumo de frutas e verduras - inferior a cinco dias por semana; e consumo de carne vermelha e carne de frango com excesso de gordura.

O estudo foi aprovado pelo Comitê Permanente de Ética em Pesquisa da Universidade Estadual de Maringá sob o nº 30 564/2012.

Para análise estatística foram utilizados: a análise bruta, mediante odds ratio (OR), e o qui-quadrado por meio do programa Epi Info 3.5.1. Na etapa seguinte foram selecionadas as variáveis cujo valor do nível descritivo de significância do teste fosse <0,20, por meio da regressão logística, estudando as variáveis independentes em relação à presença de DCNT, através do programa Statistica 7.1, com nível de significância de 95 %.

 

RESULTADOS

Foram avaliados 453 adultos, idade entre 18-87 anos, com média de 52,0±16,2 anos. Presença de DCNT em 44,8 % (n=203 pacientes). Do total de entrevistados 77,5 % eram mulheres; a maioria tinha >60 anos; 54,3 % declararam 0-8 anos de estudo; 65,3 % eram casados/unidos e 66,4 % eram brancos (Tabela 1).

 

 

A análise univariada demonstrou inicialmente associação significativa entre a ocorrência de DCNT e as variáveis: idade, escolaridade e estado civil. A presença de DCNT tende a aumentar em: indivíduos com idade entre 50-59 anos e acima de 60 anos (p<0,01); com menor escolaridade (p<0,01); nos indivíduos solteiros (p<0,01); e naqueles divorciados/separados/viúvos (p<0,01) (Tabela 2).

 

 

Quanto à prevalência de DCNT e sua relação com os fatores de risco observou-se associação positiva com tabagismo, ex-tabagismo, IMC e percepção geral da saúde regular e ruim/muito ruim. Para os entrevistados fumantes e ex-fumantes, o risco para o desenvolvimento de DCNT foi respectivamente de 2,0 (p<0,02) e 1,68 vezes (p<0,03) maior do que os não fumantes; e de 3,55 vezes maior entre aqueles com IMC >25 kg/m2 (p<0,01). Ainda, o fator de risco para as DCNT foi 4,70 e 7,01 vezes maior entre os entrevistados com percepção da saúde regular (p<0,01) e ruim/muito ruim (p<0,01) (Tabela 3).

 

 

Após análise por regressão logística, foram associados com DCNT as variáveis: idade, cor da pele, IMC e saúde de modo geral. Os entrevistados com idade >60 anos apresentaram 4,82 (p<0,01) vezes mais chances de apresentarem DCNT; aqueles autodeclarados de cor negra e com IMC >25 kg/m2 tiveram respectivamente, 4,49 (p=0,01) e 2,83 (p<0,01) vezes mais chances. A análise multivariada para DCNT também determinou a sua prevalência entre os que consideram a saúde de modo geral como regular e ruim/muito ruim apresentando respectivamente, 3,93 (p<0,01) e 5,23 (p<0,01) vezes mais chances de desenvolver DCNT (Tabela 4).

 

 

DISCUSSÃO

Em detrimento de anos anteriores, quando o foco estava no diagnóstico e no tratamento dos pacientes, nos últimos tempos a prevenção de doenças crônicas tem sido primordial e frequente entre os serviços de saúde10.

É de grande valia a realização de novas investigações que estudem as associações entre as características que influenciam o desenvolvimento de doenças crônicas na população brasileira, principalmente em cidades do interior do país não investigadas na pesquisa da VIGITEL7.

Este estudo buscou verificar a existência de fatores de risco na população estudada, para as doenças não transmissíveis. A identificação dos fatores de risco das DCNT permite ações de saúde pública, direcionadas à redução da morbimortalidade e melhor qualidade de vida da população conforme condições de vida diferenciadas da região estudada.

Após ajuste das variáveis, os resultados demonstraram prevalência das doenças crônicas entre os entrevistados com idade >60 anos, de cor negra, IMC >25 kg/m2 e entre aqueles que declararam a percepção da saúde regular e ruim/muito ruim.

Em relação às doenças crônicas atingirem a maior faixa etária, de fato o envelhecimento populacional aumenta a probabilidade de acometimento de DCNT11. No Brasil, as DCNT atingem cerca de 72 % das mortes, acometendo principalmente indivíduos com menor poder aquisitivo, baixa escolaridade e idosos5. A cada ano, 650 mil novos idosos são incorporados à população brasileira, a maior parte com doenças crônicas e alguns com limitações funcionais12. Ainda, estima-se que, para o ano de 2025, o Brasil tenha em torno de 30 milhões de pessoas com mais de 60 anos (aproximadamente 15 % da população)13. Esse envelhecimento constante vai requerer maior comprometimento da equipe de saúde14 exigindo por sua vez mais ações e procedimentos dos profissionais que trabalham no Sistema Único de Saúde, uma vez que essas doenças perduram por anos e ocasionam sobrecarga nos serviços de saúde15.

Há uma classificação para os fatores de risco das DCNT: os modificáveis, oriundos de maus hábitos de vida; e os não modificáveis como hereditariedade, sexo e a etnia2.

No presente estudo, os indivíduos de etnia negra tiveram associação positiva para DCNT, fato esse que pode ser decorrente da propensão de os indivíduos negros desenvolverem hipertensão arterial16. A etnia negra tem maior tendência à hipertensão arterial, pois o controle é mais difícil, as consequências de complicações mais frequentes e a mortalidade mais elevada, possivelmente em decorrência dos fatores étnicos e socioeconômicos17.

A questão econômica também é enfatizada no estudo de Veras e Oliveira18. Os autores relatam que no Brasil, os indivíduos de etnia negra apresentam nível socioeconômico mais baixo e consequente dificuldade de acesso aos serviços médicos, o que prejudica o diagnóstico, compromete o tratamento e expõe os indivíduos a consequências mais graves.

Observou-se que o IMC acima de 25 kg/m2 se fez presente entre os indivíduos com DCNT. Sabe-se que a obesidade é considerada uma doença do grupo de DCNT19, com associações positivas para outros problemas de saúde como os cardiovasculares20 e cerebrovasculares, distúrbios metabólicos, diferentes tipos de câncer, doenças do aparelho digestivo, entre outras21. A obesidade é uma doença crônica e, como a maioria das DCNT, de difícil tratamento11. Pesquisa que utilizou dados do sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (VIGITEL)7, realizado em 27 capitais de estados brasileiros, em 2006, revelou que os indivíduos com IMC mais elevado tiveram maior prevalência de doenças autorreferidas, como o diabetes mellitus, hipertensão arterial sistêmica (HAS), infarto do miocárdio, derrame ou acidente vascular encefálico (AVE), dislipidemia e osteoporose22.

Os agravos decorrentes da obesidade são motivo de inquietude entre autoridades de saúde em nível mundial e, atualmente, o Brasil vivencia as consequências do aumento do peso entre sua população, evidenciado por indicadores de saúde e a morbimortalidade relacionadas a doenças advindas da mesma. A criação de protocolos e condutas relacionadas à prevenção e controle da obesidade é um grande desafio aos profissionais e serviços de saúde no Brasil11.

Foi encontrada associação entre excesso de peso e hipertensão arterial, verificando-se um risco de 1,8 e 6,33 vezes maior em homens e 2,49 e 3,33 vezes maior em mulheres na pré-obesidade e obesidade, respectivamente23. Em Fortaleza, outro estudo descreveu um risco igual a 2,04 e 4,08 vezes maiores, em ambos os sexos24. Ambos, hipertensão arterial e excesso de peso/obesidade, são fatores de risco para doenças cardiovasculares e, por conseguinte, para DCNT.

Este estudo revelou que a autoavaliação da saúde de forma negativa foi indicativo de presença de DCNT. Pesquisa realizada em 27 capitais brasileiras revelou que tanto em homens quanto em mulheres, a autoavaliação da saúuacute;de como ruim foi presente entre aqueles com mais doenças crônicas25.

A autoavaliação de saúde é cada vez mais investigada e retrata o estado de saúde da população, sendo positivo ou negativo, mostra a ótica pessoal do indivíduo26. A autopercepção da saúde tem se mostrado importante indicativo de mortalidade: as pessoas com pior percepção do estado de saúde têm maior risco de morte (por todas as causas) em comparação com as que relatam saúde excelente27. Assim, quanto maior o número de morbidades autorreferidas, maior a proporção de indivíduos com autoavaliação de saúde negativa28. A literatura revela índices de 80 % de concordância entre a autoavaliação do estado de saúde e a avaliação clínica da presença ou ausência de condição crônica29.

O desenho metodológico do presente estudo (inquérito populacional) apresenta algumas limitações, que devem ser consideradas na interpretação dos resultados. A população avaliada é aquela que tem maior disponibilidade de se encontrar em casa, como no caso de aposentados e donas de casa. Outro ponto é que o desenho transversal do estudo limita, também, a possibilidade de interpretar as associações encontradas como derivadas de relações causa-efeito. Por serem dados autorrelatados há o viés de informação, seja por esquecimento, omissão, ou fidelidade dos mesmos.

Considerando-se a relevância desta temática, torna-se necessária a realização de outros estudos que estratifiquem os indivíduos por idade e por sexo a fim de determinar os riscos inerentes a estes.

A elaboração e implementação de estratégias de controle, prevenção e promoção de saúde são necessárias em nível de saúde pública para diminuir os alarmantes índices de morbidade e mortalidade vinculados às DCNT, e a identificação dos fatores de risco a ela associados.

 

CONCLUSÕES

Na população estudada, as DCNT foram mais prevalentes nos indivíduos idosos, de baixa escolaridade e sem companheiro. Os fatores de risco associados às DCNT foram tabagismo, sobrepeso/obesidade e condição de saúde autorrelatada ruim/regular.

Embora em menor número na população, os indivíduos de pele/cor negra obtiveram associação significativa com a ocorrência de DCNT.

Potencial Conflito de Interesses

Declaro não haver conflitos de interesses pertinentes.

Fontes de Financiamento

O presente estudo não teve fontes de financiamento externas.

Vinculação Acadêmica

O presente estudo não está vinculado a qualquer programa de pós-graduação.

 

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